Saúde


Cientistas brasileiros abrem possibilidade para criação de embrião humano formado só por homens

"Cientistas da Inglaterra anunciaram a criação de espermatozóides a partir de células-tronco da medula óssea feminina.

A descoberta abre caminho para o fim da necessidade de um homem na reprodução humana. A Universidade de New Castle é responsável pela pesquisa.

O mesmo grupo de pesquisadores já havia anunciado em abril do ano passado a transformação de células-tronco da medula óssea de homens adultos em espermatozóides imaturos.

Para a revista New Scientist, Karim Nayernia, disse que espera a "permissão ética" da universidade para dar continuidade ao trabalho, que consistiria em submeter os espermatozóides primitivos à meiose, um processo que permitiria a maturação do espermatozóide, tornando-o apto para a fertilização.

Ainda segundo a New Scientist, a pesquisa poderia possibilitar que um dia casais de lésbicas gerarem um filho sem a necessidade de um espermatozóide masculino. A gênese se daria em um óvulo de uma das mulheres fertilizado por um "espermatozóide" criado a partir da célula-tronco de outra.

Outra boa notícia nesta área vem do Brasil, Instituto Butantan, em São Paulo. O Instituto está desenvolvendo óvulos e espermatozóides a partir de uma cultura de células-tronco embrionárias de ratos machos.

"Estamos agora começando experimentos com céulas-tronco embrionárias humanas e, se bem-sucedidos, o próximo passo será ver se óvulos masculinos poderão ser feitos a partir de outras células", disse a coordenadora da pesquisa, Irina Kerkis. >

Isso abriria a possibilidade para que casais gays masculinos também tenham filhos com 100% de seu material genético. Nesse caso, um dos homens doaria células de sua pele, que seriam transformadas em um óvulo a ser fecundado pelo espermatozóide do parceiro. Fertilizado com material genético do casal de homens, o óvulo seria implantado no útero de uma mulher.

http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/5_70_65283.shtml " Enviado por email (Central de Notícias Gays).

É, o pesadelo dos evangélicos fundamentalistas está se aproximando...



Escrito por Epa RJ BR às 15h32
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Anvisa aprova teste que detecta HIV pela saliva

"G1: A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o teste de detecção de HIV por via oral. O exame usa a saliva, sai em 20 minutos e é 99% confiável.

Tal como nos EUA, o teste oral não estará à venda nas farmácias. Será usado em centros de saúde, hospitais, clínicas e laboratórios.

O Ministério da Saúde disse que, com a aprovação, avaliará a inclusão ou não do teste no serviço público. O exame ainda não tem valor definido.

Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou que pretende intensificar o uso dos testes rápidos nas unidades médicas. Segundo dados do Ministério, o acesso dos portadores de HIV ao sistema de saúde é tardio no Brasil, o que dificulta o tratamento.

O relatório "UNGASS: Resposta Brasileira à Epidemia de Aids 2005-2007" mostra que 43,7% das pessoas que buscam acompanhamento clínico já estão com uma deficiência imunológica grave ou com quadro com sintomas da Aids. Óbitos no início de tratamento acontecem em 28,7% dos casos.

De acordo com o Ministério, os testes rápidos seriam a melhor forma de melhorar as condições de vida das pessoas portadoras do vírus.

O teste oral, feito com o aparelho OraQuick, pode detectar anticorpos do HIV-1 e do HIV-2 e é fácil de ser aplicado. Basta passar uma palheta (parecida com um cotonete) na gengiva e, então, mergulhá-la numa solução líqüida reveladora. Se o resultado for positivo, duas linhas vermelhas aparecerão. " Enviado por email (CNN gay).



Escrito por Epa RJ BR às 20h55
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HIV + Camisinha + Sexo Oral

"Publicado em 16|02 pelo(a) wiki repórter Claudius, São Paulo-SP

Edson transborda em dúvidas.

Edson,de Gravataí
Oi! Eu queria saber se se transar com camisinha eu estou 100% protegido. E também, se é verdade que sexo oral só pega aids no ativo.Também se é verdade que o esperma não contém o vírus da aids. Obrigado!!

Edson. Dizem que o elevador é o meio mais seguro de transporte do mundo. De vez em quando um cai, outro engripa, já um outro pega fogo, o outro vai parar meio metro abaixo do piso. Em matéria de realização humana, não há perfeição. Não fica difícil perceber que o preservativo não é 100% eficiente. 

Mas é muitíssimo mais seguro que sem camisinha, isso eu lhe garanto. E tudo é uma questão de gerenciamento de riscos. Você quer transar. Mas você tem medo de pegar aids. Você quer transar porque viu uma bela moça e ficou excitado. Se for assim, cabe avaliar se não seria melhor descarregar suas energias de outro modo, talvez numa partida de pebolim (alguns chamam de totó) . >

Ah! Esta moça com a qual você quer transar nem é transa. É fazer amor... É um relacionamento, você está envolvido, gosta dela, ela te completa, realiza, envolve, encanta, te dá carinho, está a fim de você, mordeu sua orelha e você conheceu Alfa-Centauro... 

Então, se você está envolvido, só você, e sua consciência, podem determinar se vale à pena, ou não correr o risco de usar um preservativo que venceu antes do tempo, ou que faz parte de um lote que burlou o controle de qualidade e todas as outras paranóias que existem em torno da aids. Eu digo que se fosse solteiro e me aparecesse alguém assim, eu não teria dúvidas. Mas eu sou louco, e aos loucos tudo se perdoa.

Quanto à sua pergunta sobre sexo oral, ela veio fora de contexto e eu creio que você quis dizer outra coisa. Precisamos estabelecer um parâmetro: no sexo oral, ativo é o que RECEBE, enquanto o que dá é o passivo. Espero não ter de definir isso com maior ênfase... 

O sexo oral é uma atividade de médio risco. Há muitos estudos e muitos deles são controversos. O HIV está presente no sêmen. E está presente também no líquido pré-seminal (aquela “aguinha” que vem antes e alguns malandros dizem para as meninas que não têm isso. Conversa mole).
 
Voltamos ao gerenciamento de risco! Quanto risco você está disposto a correr e praticar sexo oral para dar aquele “tchan” na sua gata? Será que vale a pena? Será que não? Eu não sei, a gata é sua... 

Você tem de pensar nestas coisas, e pensar com seriedade. 

Quanto a sua terceira pergunta, o esperma é o maior veículo condutor de HIV. Há cópias do RNA do HIV, no esperma, na casa das dezenas de milhares e a exposição ao esperma contaminado é quase que uma sentença de contágio. 

Digo quase porque o HIV não se transmite muito facilmente (não se apoiem nisso para fazer bobagem, seria como jogar roleta russa). >

Os vírus da hepatite são sexualmente transmissíveis e são milhares de vezes mais infectantes, e alguns deles especialmente mortais... (isso abriria campo a uma extensa discussão, mas vou esperar que alguém puxe a cordinha) 

Enfim, meu amigo, eu só sei que te disse um monte de coisa e deixei a peteca na sua mão. É natural, a peteca é sua. Você precisa saber o quanto se ama e o quanto ama antes de tomar decisões que podem mudar sua vida, para pior ou para melhor, para sempre. Cada caso é um caso e cada cabeça é uma sentença. 

Eu não sabia de nada disso quando contraí HIV. Se soubesse, talvez, eu digo apenas talvez, tivesse feito as coisas de maneira diferente. Eu disse aqui que contraí o HIV de uma mulher a quem eu muito amei e que muito me amou até que algo a levou de mim... Eu tive de seguir em frente e sobreviver. 

http://www.soropositivo.org  " Enviado por email (CNN gay).

O mesmo vale para meninos, tá?



Escrito por Epa RJ BR às 10h36
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43,7% dos soropositivos maiores de 15 anos descobriram tarde ter HIV

"Um estudo divulgado pelo Ministério da Saúde do Brasil nesta quinta-feira, dia 14 de fevereiro, mostra que 43,7% dos soropositivos de 15 anos ou mais descobriram tardiamente que eram portadores do HIV.

O estudo, baseado em dados da aids no Brasil entre 2005 e 2007, revela ainda que desse total, 28,7% estavam em estado grave de saúde e por isso morreram logo no início do tratamento.

"Esse dado mostra que ainda temos muito o que fazer para melhorar a detecção da doença", afirmou Mariângela Simão, coordenadora do Programa nacional de DST-Aids.

Ainda de acordo com o relatório, o Brasil gastou com medicamentos anti-retrovirais 26% menos em 2007 comparado com 2006. Ano passado foram gastos R$ 710 milhões, sendo que em 2006 o gasto foi de R$ 960 milhões.
 
por G Online" Enviado por email (CNN Gay).

Neste caso, a melhor solução é a prevenção. E, para haver prevenção, é preciso tirar a cabeça debaixo da terra e encarar a questão de frente: os adolescentes praticam sexo e devem ser orientados desde cedo para o sexo seguro.



Escrito por Epa RJ BR às 00h52
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Pesquisa diz que portadores do HIV em tratamento podem transar sem camisinha

"A Comissão Nacional Suíça da Aids está provocando polêmica depois de anunciar que portadores do vírus HIV submetidos a um eficaz tratamento anti-retroviral podem fazer sexo sem camisinha, sem correr o risco de contaminar o parceiro. De acordo com o divulgado esta semana no Boletim Médico Suíço, a proposta só vale para quem responde bem aos medicamentos tomados para combater o vírus e que não tenham outras doenças sexualmente transmissíveis.

Os cientistas suíços basearam-se num estudo feito em 1999, pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças. Segundo a tal pesquisa, o poder de transmissão do HIV depende muito da carga viral presente no organismo e, nos pacientes em terapia anti-vírus, o mesmo não pode ser detectado nos fluidos genitais. Para Pietro Vernazza, pesquisador do Hospital Cantonal de St. Gallen e um dos autores do controverso relatório, "a evidência mais gritante é a ausência de qualquer transmissão documentada de um paciente em terapia anti-retroviral".

A notícia pode ser animadora, mas deve ser encarada com sobriedade, já que ainda não há um consenso entre os especialistas e, em se tratando da saúde, todo cuidado é pouco e não vale a pena correr riscos. Até porque a Organização Mundial da Saúde afirmou que as provas do estudo suíço ainda não são conclusivas e é impossível garantir que ninguém será infectado se transar desprotegidamente com parceiros soropositivos, mesmo os que estão em tratamento.

Então, fica o recado: até segunda ordem, camisinha continua sendo a melhor opção para transar sem encanações. >

 
por XXY" Enviado por email (CNN gay).



Escrito por Epa RJ BR às 00h08
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Falta de higiene eleva incidência de câncer de pênis no Brasil

"A falta de higiene entre os homens pode levar a  uma doença muito comum e pouco divulgada: o câncer de pênis. A Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) alertou para a importância de divulgar a necessidade higiene entre os homens de todas as idades >
Segundo o presidente da SBU, José Carlos de Almeida, os homens com fimose podem se enquadrar no grupo de risco para câncer do pênis. Por fimose, entende-se a dificuldade  ou impossibilidade de expor a glande (cabeça do pênis) porque a pele que a recobre tem um anel muito estreito. Normalmente, esse problema se resolve com uma cirurgia feita ainda na infância.

“Aquela criança com fimose que não opera, que mora em local às vezes com pouco acesso a profissionais de saúde, vai chegar aos 45 ou 50 anos e vai  aparecer ali um câncer de pênis. Porque aquela glande nunca foi exposta e nunca foi higienizada”, explicou o especialista.
 
Almeida disse que a fimose não permite que se lave adequadamente a glande, porque ela está toda coberta por uma pele. “Então, aquelas secreções e elementos produzidos pelas glândulas jamais saem dali. E  aquilo, ao longo do tempo, é um grande fator  para o câncer de pênis”.
 
O presidente da SBU afirmou que essa doença não devia existir. “Na verdade, é uma doença completamente evitável com educação, com higiene e com diagnóstico da fimose. Operando a fimose, você está gerando uma prevenção do câncer de pênis”, garantiu.
 
O Brasil é um dos líderes mundiais na incidência de câncer de pênis, depois da Índia e  da África. No Brasil,  a relação  é de um caso para 100 mil habitantes. Na Índia, a incidência é de 3,32 casos para 100 mil habitantes. A menor incidência  é encontrada entre os judeus nascidos em Israel, próxima a zero. A circuncisão néo-natal, isto é, feita na criança,  reduz  em quatro vezes a chance de o indivíduo contrair essa doença.
 
O presidente da SBU declarou que todo esforço deve ser feito para erradicar a doença do Brasil. “Temos que abolir  [o câncer de pênis] da nossa realidade, porque é um termômetro muito ruim para o perfil de um país”. Ele revelou que na Europa e Estados Unidos, essa doença aparece de forma muito esporádica. “Nós temos que dar uma dignidade maior a esse paciente e ao país, eliminando essa doença do cenário nacional”, sugeriu. >
 
José Carlos de Almeida informou que  os números  disponíveis sobre a incidência dessa doença no Brasil não correspondem à realidade. “Os números  são muito aquém da realidade. São em torno de 1,1 mil amputações por ano nos homens, totais ou parciais, em função do câncer de pênis”. Os casos de amputação aumentam 10%  a cada ano no Brasil. 
 
 
O presidente da SBU disse, ainda,  que  a divulgação da doença é problemática porque as grandes regiões que  registram casos de câncer de pênis  têm dificuldade de fazer as notificações.  “Nós acreditamos que exista muito  paciente com câncer de pênis  sem estar  sendo notificado”, avaliou.
 
A maior incidência da doença é no Nordeste e, dentro da região, a maior prevalência é no estado do Maranhão, associada à falta de higiene e ao aspecto da presença da fimose.  "A fimose é o grande fator anatômico que impede o paciente de higienizar o pênis. A grande maioria dos pacientes  que tem  câncer de pênis  é portadora de fimose, está já idosa e nunca teve  condição de expor a glande para poder higienizar”, revelou o urologista.
 
Almeida defendeu que a urologia possa atuar na prevenção dessa doença em harmonia com a assistência básica à população. Ele acredita que a criação agora, pelo Ministério da Saúde, de um setor  específico de atenção à  saúde do homem  pode “revolucionar o papel da urologia  e do paciente urológico, principalmente no Sistema Único de Saúde (SUS), porque a urologia depende de infra-estrutura e aparelhos para funcionar e ser uma especialidade plena”. 
 
 
Na avaliação do presidente da SBU, a urologia  poderá contribuir com o ministério nesse setor da saúde do homem, em especial  no que se refere a doenças pouco divulgadas e pouco tratadas da forma que deveriam. Entre elas, destacou o câncer de pênis e as doenças genitais masculinas. >
 
Fonte: ABr" Enviado por email (CNN gay).

É, gente, vamos cuidar de nosso intrumento de prazer porque sem ele não somos ninguém. Além disso, um pouco de higiene não faz mal a ninguém, né?



Escrito por Epa RJ BR às 00h02
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